setembro 18, 2016

Depoimentos

“Desde 1997 almoço no restaurante da Mercedes e do Ricardo. Comecei no antigo ponto na rua Amador Bueno, onde havia o restaurante macrobiótico da Dona Rosa, que eles assumiram. Depois, continuei no Takê do Gonzaga, onde almoço todos os dias, faça sol ou chuva. O Takê provou que a comida macrobiótica pode ser muito saborosa”

Valéria Basile, aposentada, moradora do Boqueirão. (S3t/2016).

 

 

 


 

O casal Marco Antonio e Anamara se conheceu no Takê. Faz 12 anos que eles almoçam no local diariamente. “Aqui alimentamos também a afetividade”, brinca Anamara. (Set/2016).

 

 

 

 


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“Almoço há 15 anos no Takê. Usufruindo sempre uma comida maravilhosa”

Amim, possui negócio na rua Alagoas. (Set/2016).

 

 

 

 


 

 

 

 

Conheci o Takê hoje (12/9/16) e fiquei surpreso com a qualidade da alimentação natural. Comida gostosa e bem apresentada”

Silvio Bergamini, professor universitário, com Ricardo Watanabe.  (Set/2016).

 


marli-matarazzo-3-psiologaA psicóloga e psicanalista Marli Matarazzo mudou há algum tempo, segundo ela, sua “consciência a respeito da alimentação”. Reviu conceitos. E acabou descobrindo o Takê. “É o melhor restaurante natural da cidade”, defende.
Moradora do Gonzaga, almoça no restaurante quase todos os dias.  E ainda leva comida para a janta. “Mudei muito com esse tipo de alimentação, tenho mais energia, fico bem disposta”, diz. Quando come em outros lugares “sinto a comida pesada no estômago e tenho sonolência”.  No Takê não: “Aqui, fico bem disposta depois da refeição”.  O alimento como uma espécie de terapia para a saúde. A psicóloga ensina e recomenda: “Alimentação faz toda diferença na vida da gente”. (Out/2016).


milton-de-matos-contadorContador do Takê, Milton de Matos é um adepto da alimentação natural há muitos anos. Ele também foi frequentador, desde 1985, – e contador – da Associação Macrobiótica de Santos. Com toda essa experiência, Milton opina com propriedade: “O trabalho do Takê é bem consciente, feito com bastante dignidade e empenho. E grande preocupação com o público que se envolve com a saúde alimentar”.  Em 1984, Milton sofreu problemas gástricos graves e a partir daí conheceu a macrobiótica, onde recuperou a saúde. E ajudou outras pessoas da família, como seu pai, que tinham problemas de saúde, e melhoraram com essa prática alimentar. (Out/2016).


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Desde a inauguração do Takê, Alba Sidney Bordini é uma frequentadora assídua. Residindo nas imediações, no Gonzaga, Alba diz  sofrer “aos sábados e domingos quando o restaurante está fechado”. Para remediar, leva marmita com os pratos naturais que se habituou. “Não gosto de comer no shopping nem em outros restaurantes”, reclama, confessando sua fidelidade ao Takê. “Comida é um medicamento”, define, resumindo tudo. (Out/2016)

 

 

 

ricardo-e-jmRicardo Watanabe, proprietário do Takê e João Marcos Rainho, jornalista e responsável pelas mídias sociais (Facebook e site) do restaurante. Rainho também dá seu depoimento: “Conheço o Ricardo e a Mercedes desde o antigo restaurante no centro. Eles criaram um novo padrão de qualidade e de paladar na alimentação natural em Santos. Devemos ter muita gratidão por esse casal de empreendedores ter escolhido a cidade, dentre muitas outras opões, para difundir uma refeição que é um remédio para o corpo e a alma”. (Out/2016).

 

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Márcia Regina Labatut frequenta o Takê desde 2010. Professora universitária e pesquisadora (USP/Federal de Uberlândia e Universidade da Galiza – Espanha), doutora em linguística, ela revela que desde que começou a comer no restaurante natural melhorou a qualidade dos exames clínicos que fez. “Fico três dias por semana em São Paulo, e apesar das opções e diversidade de restaurantes na capital, fico com saudades do Takê nesses períodos”. (Out/2016).

 

 

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Luiz Carlos mora no Gonzaga, onde teve um comércio, e começou a comer diariamente no Takê já faz um bom tempo. “Eu como pouco, mas esse alimento é muito nutritivo e não sinto fome”, reconhece. “Aqui tem boa variedade e os pratos não se repetem. Eu aprendi muito sobre alimentação natural trocando informações no Takê. Uma das coisas que gosto nesse estilo de vida é não precisar comer vidas. Não preciso tirar uma vida animal para me alimentar.” (out.2016)

 

 

Beatriz Ribeiro é professora de música da escola Waldorff em Santos, onde ela leciona há algum tempo, morando em São Paulo. Agora, resolveu mudar-se para Santos e costuma almoçar no Takê. “A comida é uma delícia”, resume. A escola funcionava na Rua Alagoas, o mesmo endereço do Takê e foi assim que ela tomou conhecimento do restaurante natural. “Eu sou vegetariana, então a alimentação do Takê foi um achado”.  A  metodologia de ensino Waldorff dá muita importância às artes, a música. “Tem o mesmo peso das demais disciplinas”, reforça Beatriz, que também leciona aulas particulares de violino. (Março, 2017).

 

 

Professor Fabião, ex-secretário da Cultura de Santos frequenta o Takê desde sua abertura e almoça lá sempre que possível. “É uma comida feita com amor, carinho e higiene”, atesta e complementa: “O Ricardo e a Mercedes possuem um encantamento”. Para Fabião, ir no restaurante é dispensar a farmácia. Entre ses pratos prediletos estão a bardana e o arroz integral. (Abril, 2017)

 

 

 

A artista plástica Laura Fioretti estudou na Itália e comercializa seus desenhos e pinturas com parte da renda destinada a entidades de apoio a pacientes com câncer. Atuou durante 24 anos como pedagoga de arte educação. Frequentadora assídua do Takê, faz comida mediterrânea em casa, e no Takê, vem “para limpeza interna”. (Junho/2017)

 

 

O casal Charlis Noronha Sacramento e Ana Lúcia Gallo esteve
novamente no Takê. Lúcia é professora e foi responsável pela implantação da Escola Waldorf em Santos, de inspiração antroposófica. Diretora pedagógica da instituição, que fica na rua Imperatriz Leopoldina, 30, ela ressalta o caráter inovador da escola, que privilegia a vida natural. A respeito do Takê, é enfática: “O restaurante dá importância ao ato de servir, com qualidade”. E mais: “Uma das coisas que atrai aqui é o delicioso aroma dos pratos e temperos”.                                         

 

Sérgio Santos cliente do Take conquistou três medalhas de ouro na Categoria 70+ em 50, 100 e 200 metros na “Copa Vermelhinha” no Clube Internacional de Regatas que aconteceu no sábado, dia 24/11. Parabéns Sérgio por mais essa conquista!!! (Dezembro/2018)